Produtividade

Controle de horas na advocacia: quando faz sentido e como implementar

Controle de horas na advocacia: quando faz sentido e como implementar

Controle de horas é um daqueles temas que divide opinião na advocacia: parte vê como burocracia importada de consultoria, parte considera indispensável. A resposta honesta é que depende do que o escritório precisa enxergar.

Quando o controle de horas é essencial

Em cobrança por hora, obviamente — sem registro confiável, a fatura vira estimativa e a conversa com o cliente fica frágil. Mas também em qualquer escritório que queira saber se determinado tipo de caso é lucrativo de verdade.

O dado que quase ninguém tem

Muitos escritórios sabem quanto faturaram com um caso, mas não quantas horas ele consumiu — e sem isso, não dá para saber se aquele contrato de valor alto foi realmente melhor que outro de valor menor e resolução rápida.

Como implementar sem gerar resistência

Comece simples

Registrar tempo por processo e tipo de atividade já responde as perguntas principais. Granularidade excessiva costuma matar a adesão nas primeiras semanas.

Deixe claro o objetivo

Se a equipe entende que o registro serve para dimensionar carga de trabalho e precificar melhor — e não para vigiar produtividade individual — a resistência cai bastante.

Facilite o registro

Quanto mais próximo do fluxo normal de trabalho, maior a chance de o registro acontecer. Ferramenta separada tende a ser esquecida.

Como o Mitra ajuda nisso

Com tarefas e atividades vinculadas a cada processo, o Mitra dá visibilidade de onde o esforço da equipe está concentrado, sem exigir uma ferramenta paralela.

Experimente grátis por 15 dias e entenda onde vai o tempo do seu escritório.

#Gestão de Processos
Yuri Augusto
Editor de Conteúdo

Editor de conteúdo na Mitra. Escreve sobre gestão jurídica, produtividade e tecnologia aplicada à advocacia, com foco em ajudar escritórios a rodar de forma mais eficiente no dia a dia.

Leia também