Gestão Jurídica

Como avaliar se vale a pena aceitar um caso: triagem de clientes

Como avaliar se vale a pena aceitar um caso: triagem de clientes

É tentador aceitar praticamente qualquer caso que chega, especialmente em fases de menor movimento. Mas casos ruins consomem tempo, geram inadimplência e drenam energia da equipe — e boa parte disso é evitável com uma triagem mínima antes de aceitar.

O que vale checar antes de aceitar

O caso se encaixa na expertise do escritório?

Aceitar fora da área de atuação principal costuma gerar mais tempo de estudo, mais risco de erro e menos qualidade de entrega do que aceitar um caso dentro do que o escritório já domina.

Existe capacidade real de atender bem?

Um caso interessante que a equipe não tem tempo de tocar com qualidade vira um problema disfarçado de oportunidade.

O cliente tem perfil de pagamento saudável?

Sinais de dificuldade financeira relatados já na primeira conversa costumam prever inadimplência futura — vale considerar isso na decisão, não só o mérito jurídico do caso.

Existe conflito de interesse?

Checagem básica antes de qualquer outra consideração, evitando problema ético evitável.

O custo de não triar

Casos mal triados ocupam espaço que poderia ir para clientes mais alinhados ao perfil do escritório — o custo de oportunidade é real, mesmo que não apareça em nenhuma planilha.

Como o Mitra ajuda nisso

Com histórico e indicadores por tipo de caso, fica mais fácil reconhecer padrões de que tipo de cliente e caso funciona bem para o escritório.

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Yuri Augusto
Editor de Conteúdo

Editor de conteúdo na Mitra. Escreve sobre gestão jurídica, produtividade e tecnologia aplicada à advocacia, com foco em ajudar escritórios a rodar de forma mais eficiente no dia a dia.

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