
Balanço de fim de trimestre: o que revisar além do financeiro
Fechamento trimestral costuma olhar só para números. Veja outras dimensões do escritório que merecem revisão nesse ritmo.

É tentador aceitar praticamente qualquer caso que chega, especialmente em fases de menor movimento. Mas casos ruins consomem tempo, geram inadimplência e drenam energia da equipe — e boa parte disso é evitável com uma triagem mínima antes de aceitar.
Aceitar fora da área de atuação principal costuma gerar mais tempo de estudo, mais risco de erro e menos qualidade de entrega do que aceitar um caso dentro do que o escritório já domina.
Um caso interessante que a equipe não tem tempo de tocar com qualidade vira um problema disfarçado de oportunidade.
Sinais de dificuldade financeira relatados já na primeira conversa costumam prever inadimplência futura — vale considerar isso na decisão, não só o mérito jurídico do caso.
Checagem básica antes de qualquer outra consideração, evitando problema ético evitável.
Casos mal triados ocupam espaço que poderia ir para clientes mais alinhados ao perfil do escritório — o custo de oportunidade é real, mesmo que não apareça em nenhuma planilha.
Com histórico e indicadores por tipo de caso, fica mais fácil reconhecer padrões de que tipo de cliente e caso funciona bem para o escritório.
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Editor de conteúdo na Mitra. Escreve sobre gestão jurídica, produtividade e tecnologia aplicada à advocacia, com foco em ajudar escritórios a rodar de forma mais eficiente no dia a dia.

Fechamento trimestral costuma olhar só para números. Veja outras dimensões do escritório que merecem revisão nesse ritmo.

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