Gestão Jurídica

Como precificar a consulta inicial: gratuita, paga ou por avaliação

Como precificar a consulta inicial: gratuita, paga ou por avaliação

A forma como a primeira conversa com um cliente em potencial é cobrada — ou não — molda quem chega até o escritório. Não existe resposta universal certa, mas existe uma decisão consciente que a maioria dos escritórios nunca faz de propósito.

Consulta gratuita

Reduz a barreira de entrada e aumenta o volume de contatos, mas também atrai quem está só pesquisando preço ou comparando várias opções sem intenção real de contratar.

Consulta paga

Filtra por intenção — quem paga para conversar já demonstra comprometimento maior — mas reduz o volume de primeiros contatos, especialmente em áreas onde a concorrência oferece gratuidade.

Avaliação prévia por formulário

Um meio-termo: pedir informações básicas do caso antes de agendar qualquer conversa permite triar quem realmente se encaixa no perfil de atuação do escritório, economizando tempo de consulta com casos fora do escopo.

O que decide, na prática

Áreas com ciclo de decisão rápido (direito do consumidor, trabalhista) costumam se beneficiar de consulta gratuita ou barata para gerar volume. Áreas consultivas e de ticket alto (empresarial, tributário) toleram melhor cobrar pela primeira conversa, porque o cliente já entende que está comprando tempo especializado.

Como o Mitra ajuda nisso

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Yuri Augusto
Editor de Conteúdo

Editor de conteúdo na Mitra. Escreve sobre gestão jurídica, produtividade e tecnologia aplicada à advocacia, com foco em ajudar escritórios a rodar de forma mais eficiente no dia a dia.

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