Gestão Jurídica

Gestão de expectativas: como conversar sobre prazos realistas com o cliente

Gestão de expectativas: como conversar sobre prazos realistas com o cliente

Existe uma tentação real de dar ao cliente, na primeira conversa, o prazo que ele quer ouvir — mais curto, mais otimista — para fechar o contrato. O problema aparece depois, quando a realidade do Judiciário não colabora com a promessa feita.

O custo de um prazo otimista demais

Um cliente que ouviu "seis meses" e está no décimo segundo mês sem sentença não fica só impaciente — perde confiança no escritório inteiro, mesmo que o atraso seja normal para aquele tipo de processo.

Como conversar sobre prazo de forma honesta

Basear a estimativa em dado, não em otimismo

Usar o histórico real de casos semelhantes do próprio escritório, em vez de uma estimativa genérica ou excessivamente favorável.

Explicar o que está fora de controle

Deixar claro, desde o início, que parte do tempo depende do Judiciário e não do escritório evita que qualquer atraso seja interpretado como falha do advogado.

Atualizar a expectativa ao longo do caminho

Se a estimativa inicial deixar de fazer sentido, comunicar isso proativamente é melhor do que deixar o cliente descobrir sozinho que o prazo passou.

Honestidade constrói mais confiança que otimismo

Clientes toleram bem prazo longo quando entendido; toleram mal prazo quebrado sem explicação.

Como o Mitra ajuda nisso

Com histórico real de duração de processos semelhantes, o Mitra dá base concreta para conversas de prazo mais honestas com o cliente.

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#Prazos Processuais
Yuri Augusto
Editor de Conteúdo

Editor de conteúdo na Mitra. Escreve sobre gestão jurídica, produtividade e tecnologia aplicada à advocacia, com foco em ajudar escritórios a rodar de forma mais eficiente no dia a dia.

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