Gestão Jurídica

Parcerias entre escritórios: como estruturar correspondentes e coautorias

Parcerias entre escritórios: como estruturar correspondentes e coautorias

Trabalhar com correspondentes em outras comarcas, ou dividir um caso com outro escritório, é prática comum e muitas vezes necessária. O que costuma dar errado não é a parceria em si, mas a falta de combinados claros no início.

O que precisa estar definido antes de começar

Escopo de cada lado

Quem faz o quê, com que nível de autonomia, e quem responde pelo contato com o cliente. Ambiguidade aqui gera retrabalho e, pior, mensagens contraditórias ao cliente.

Divisão de honorários

Percentual, momento do repasse e o que acontece se o caso mudar de complexidade — combinado por escrito, não de boca.

Prazos e responsabilidade

Se o correspondente perde um prazo, a responsabilidade perante o cliente continua sendo do escritório contratante. Isso exige acompanhamento, não delegação cega.

Como acompanhar sem microgerenciar

Um registro compartilhado do andamento — o que foi feito, quando, e o que está pendente — permite acompanhar o essencial sem cobrar atualização a cada dois dias.

Parceria boa é a que se repete

Vale tratar cada parceria como relacionamento de longo prazo, não transação isolada: correspondentes confiáveis são um ativo difícil de construir e fácil de perder.

Como o Mitra ajuda nisso

O módulo de parceiros do Mitra centraliza contatos, casos compartilhados e histórico de cada parceria, mantendo o registro de quem fez o quê.

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Yuri Augusto
Editor de Conteúdo

Editor de conteúdo na Mitra. Escreve sobre gestão jurídica, produtividade e tecnologia aplicada à advocacia, com foco em ajudar escritórios a rodar de forma mais eficiente no dia a dia.

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