
Balanço de fim de trimestre: o que revisar além do financeiro
Fechamento trimestral costuma olhar só para números. Veja outras dimensões do escritório que merecem revisão nesse ritmo.

Trabalhar com correspondentes em outras comarcas, ou dividir um caso com outro escritório, é prática comum e muitas vezes necessária. O que costuma dar errado não é a parceria em si, mas a falta de combinados claros no início.
Quem faz o quê, com que nível de autonomia, e quem responde pelo contato com o cliente. Ambiguidade aqui gera retrabalho e, pior, mensagens contraditórias ao cliente.
Percentual, momento do repasse e o que acontece se o caso mudar de complexidade — combinado por escrito, não de boca.
Se o correspondente perde um prazo, a responsabilidade perante o cliente continua sendo do escritório contratante. Isso exige acompanhamento, não delegação cega.
Um registro compartilhado do andamento — o que foi feito, quando, e o que está pendente — permite acompanhar o essencial sem cobrar atualização a cada dois dias.
Vale tratar cada parceria como relacionamento de longo prazo, não transação isolada: correspondentes confiáveis são um ativo difícil de construir e fácil de perder.
O módulo de parceiros do Mitra centraliza contatos, casos compartilhados e histórico de cada parceria, mantendo o registro de quem fez o quê.
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Editor de conteúdo na Mitra. Escreve sobre gestão jurídica, produtividade e tecnologia aplicada à advocacia, com foco em ajudar escritórios a rodar de forma mais eficiente no dia a dia.

Fechamento trimestral costuma olhar só para números. Veja outras dimensões do escritório que merecem revisão nesse ritmo.

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