
Balanço de fim de trimestre: o que revisar além do financeiro
Fechamento trimestral costuma olhar só para números. Veja outras dimensões do escritório que merecem revisão nesse ritmo.

Aposentadoria, mudança de carreira ou simplesmente a saída de um sócio fundador são eventos que todo escritório mais antigo eventualmente enfrenta — e que, sem planejamento, costumam sair caro: clientes que seguem o sócio, conhecimento que vai embora com ele, processos sem responsável claro.
Decidir isso só no momento da saída, sob pressão, tende a gerar decisões apressadas e clientes mal transicionados.
Se o relacionamento e o histórico de cada caso vivem só na cabeça do sócio que está saindo, a transição perde qualidade — mesmo com boa vontade de ambos os lados.
Acordo de sócios prevendo o que acontece em caso de saída — divisão de honorários pendentes, não-concorrência, comunicação aos clientes — evita disputa no momento mais delicado.
Quando o histórico de cada cliente e processo já está documentado no sistema do escritório — não na memória individual de um sócio — a transição fica muito menos dependente de uma passagem de bastão perfeita.
Com histórico de clientes e processos centralizado, o conhecimento do escritório sobrevive à saída de qualquer pessoa específica.
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